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domingo, 16 de março de 2014

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)

 Doença pulmonar obstrutiva crônica


Ah pois é o bicho pegou pra mim no dia 27/02/2014 mais uma vez fui internada e nesse dia eu estava "morrendo ",por pouco não fui para  outro plano.
Fui para o smu e já cheguei lá e fui direto para a UTI era urgência.
Estou a 49 dias SEM FUMAR .
Se quiser viver um pouco mais vou ter que ficar sem fumar pelo resto da vida .
Este é meu pensamento .


A doença pulmonar obstrutiva crônica, ou simplesmente DPOC, é termo usado para um grupo de doenças pulmonares caracterizado por obstrução crônica das vias aéreas dentro dos pulmões. Dentro deste grupo, duas doenças se destacam por serem responsáveis por quase todos os casos de DPOC na prática médica:
- Bronquite crônica.
- Enfisema pulmonar.
Para se entender o que é a doença pulmonar obstrutiva crônica é preciso primeiro ter noções básicas da anatomia e do funcionamento dos pulmões.
Quando inspiramos, o ar entra pela nossas vias aéreas superiores e chega à traqueia. Esta bifurca-se, formando os brônquios principais, cada um indo em direção a um pulmão. Conforme avançam para o interior dos pulmões, os brônquios se ramificam em segmentos menores, chamados de bronquíolos, que, por sua vez, terminam nos alvéolos.
Os alvéolos são microestruturas em forma de sacos, altamente vascularizadas, responsáveis pelas trocas gasosas. O sangue que chega aos alvéolos recebe o oxigênio inspirado e entrega de volta gás carbônico para ser exalado na expiração.
Pulmão
Definição de DPOC
A doença pulmonar obstrutiva crônica caracteriza-se por uma limitação da passagem de ar pelas vias respiratórias dentro dos pulmões, principalmente durante a expiração. O ar consegue entrar, mas apresenta dificuldade para sair, ficando preso dentro dos pulmões. Este aprisionamento do ar ocorre pela destruição do tecido pulmonar e perda da elasticidade dos bronquíolos e alvéolos, que acabam por colapsar durante a fase expiratória do ciclo respiratório. A destruição dos bronquíolos e alvéolos também é responsável pela perda de capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas, fazendo com que o paciente não consiga aproveitar o oxigênio respirado, nem expelir adequadamente o gás carbônico (CO2) produzido.
A DPOC costuma ser um doença progressiva causada por uma resposta inflamatória anormal dos tecidos pulmonares após exposição crônica a partículas ou gases nocivos, como o fumo, por exemplo. Cerca de 20% dos fumantes desenvolvem DPOC. Outras causas mais raras de DPOC incluem doenças genéticas como deficiência de alfa-1-antitripsina, exposição crônica a poeira tóxica como nos casos de mineração de carvão, fumaça de soldagem ou fumaça de fogo.
Leia também:
Ao contrário dos quadros de asma comum cuja obstrução só existe durante os períodos de crise, a obstrução do DPOC é constante e irreversível. Bronquite é um termo que significa inflamação dos brônquios. Na asma, a bronquite é aguda e reversível. No DPOC ela é crônica e permanente. Porém, é muito comum esses doentes apresentarem episódios de asma sobrepostos a sua doença, ou seja, uma bronquite aguda em cima de uma quadro de bronquite crônica.
Bronquíolo normal x bronquíolo na DPOC
a) Bronquite crônica
Na bronquite crônica a lesão pulmonar se localiza nos brônquios e bronquíolos, tornando-os cronicamente inflamados, espessos e com constante produção de muco. O paciente com bronquite crônica apresenta além dos sintomas de falta de ar e cansaço, um quadro de tosse crônica com expectoração.
b) Enfisema pulmonar
O enfisema se caracteriza pela destruição e alargamento dos bronquíolos terminais e alvéolos, que perdem sua elasticidade e favorecem o aprisionamento do ar dentro dos pulmões. No enfisema notamos uma hiperinsuflação mantida dos pulmões devido ao ar que nunca sai por completo.
Na prática clínica o que encontramos, na verdade, é um sobreposição entre as duas doenças. O doente com DPOC pode ter um quadro com mais características de bronquite crônica, mas apresenta sempre algum grau de destruição dos alvéolos e hiperinsuflação. O mesmo ocorre no enfisema, que costuma ter também algum grau de produção de muco e tosse crônica. Por isso, o termo DPOC é mais adequado para definir a doença destes pacientes.
Sintomas do DPOC
A maioria dos pacientes que desenvolvem DPOC apresentam um histórico de fumo prolongado, pelo menos 1 maço de cigarros por dia durante 20 anos A doença começa normalmente a se manifestar após os 40 anos de idade. O primeiro sintoma perceptível costuma ser tosse matinal com expectoração. Porém, um sinal que costuma passar despercebido pelo paciente e seus familiares é o sedentarismo progressivo. Devido ao cansaço e a falta de ar que os esforços começam a produzir, o paciente vai progressivamente limitando suas atividades diárias, até o ponto em que, depois de alguns anos, a doença está tão avançada que mesmo em repouso sente-se cansado e com falta de ar. Como o DPOC acomete pessoas mais velhas, o cansaço e a falta de ar aos esforços são normalmente atribuídos ao envelhecimento e ao cigarro, não despertando muita atenção inicialmente 



A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma das doenças pulmonares mais comuns. Ela dificulta a respiração. Existem duas formas principais de DPOC:
O enfisema pulmonar está presente quando parte dos alvéolos pulmonares (diminutos sacos de ar, onde terminam os brônquios e onde ocorre a absorção de oxigênio) são destruídos, ficando muitos dos restantes com o seu funcionamento alterado. 

Na DPOC ocorre uma obstrução ao fluxo normal de ar através dos brônquios.

Esta limitação à passagem do ar não é completamente reversível e, geralmente, vai progredindo com o passar dos anos. Por esse motivo se afirma que a DPOC é uma doença progressiva. No geral, a DPOC desenvolve-se após vários anos de tabagismo, durante os quais o fumo de cigarro, que contém irritantes que inflamam as vias respiratórias, causa alterações que podem conduzir ao aparecimento de danos nas vias aéreas. Estes danos podem ser permanentes.

A doença pulmonar obstrutiva crônica, ou simplesmente DPOC, é termo usado para um grupo de doenças pulmonares caracterizado por obstrução crônica das vias aéreas dentro dos pulmões. Duas doenças se destacam nesse grupo por serem responsáveis por quase todos os casos de DPOC na prática médica:

- Bronquite crônica
- Enfisema pulmonar
Cerca de 10% da população adulta brasileira é portadora da DPOC.
A DPOC é tipicamente uma doença progressiva causada por uma resposta inflamatória anormal dos tecidos pulmonares à exposição crônica a partículas ou gases nocivos, como o fumo, por exemplo. Essa inflamação crônica leva à destruição do tecido pulmonar e perda da elasticidade dos bronquíolos e alvéolos, que acabam por colapsar durante a fase expiratória do ciclo respiratório. A destruição dos bronquíolos e alvéolos também é responsável pela perda de capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas, fazendo com que o paciente não consiga aproveitar o oxigênio respirado, nem expelir adequadamente o gás carbônico (CO2) produzido.

As causas 
O tabagismo é a principal causa, sendo responsável por 90% dos casos de DPOC. Cerca de 20% dos fumantes desenvolvem DPOC. Outras causas mais raras de DPOC incluem doenças genéticas como deficiência de alfa-1-antitripsina, exposição crônica a poeira tóxica como nos casos de mineração de carvão, fumaça de soldagem ou fumaça de fogo.

Sintomas 

A doença geralmente começa a se manifestar após os 40 anos de idade e após um longo histórico de fumo. O primeiro sintoma perceptível costuma ser tosse matinal com expectoração. Porém, um sinal que costuma passar despercebido pelo paciente e seus familiares é o sedentarismo progressivo. Devido ao cansaço e a falta de ar que os esforços começam a produzir, o paciente vai progressivamente limitando suas atividades diárias, até o ponto em que, depois de alguns anos, a doença está tão avançada que mesmo em repouso sente-se cansado e com falta de ar. Como o DPOC acomete pessoas mais velhas, o cansaço e a falta de ar aos esforços são normalmente atribuídos ao envelhecimento e ao cigarro, não despertando muita atenção inicialmente.
Conforme a doença progride, a tosse e a expectoração começam a ficar cada vez mais frequentes. A falta de ar tornar-se limitante. A produção de muco e a destruição dos tecidos pulmonares favorecem o aparecimento de infecções, como pneumonia. O broncoespasmo (chiado no peito) começa a ocorrer com frequência.
Dependendo do tipo de DPOC predominante (bronquite crônica ou enfisema), o paciente pode apresentar duas aparências típicas:
  • O enfisematoso é magro, com a caixa torácica aumentada, chamada de tórax em barril. Seus pulmões aprisionam o ar de forma excessiva, atrapalhando as trocas gasosas. O doente tem dificuldade para pôr o ar para fora, respirando como se estivesse sempre assoprando.
  • O bronquítico crônico costuma ser mais obeso, cianótico (tom arroxeado da pele por falta de oxigenação adequada), com tosse frequente e grande produção de catarro.
O tratamento 


A DPOC não tem cura mas tem tratamento. O tratamento visa retardar a progressão da doença e prevenir os períodos de agravamento e complicações.,

Os medicamentos fundamentais para o tratamento da DPOC são os broncodilatadores, seja para alívio momentâneo seja para tratamento regular.
A via inalatória (aquilo que as pessoas conhecem por “bombas”) é preferencial porque assim conseguimos ter uma dose maior do medicamento nas vias aéreas, onde é necessária, e menos no resto do organismo, onde não tem efeito sobre os pulmões.
Não se deve confundir a utilização dos inaladores para alívio, com a utilização regular de broncodilatadores que também é feita através dos inaladores.
Os principais broncodilatadores são os Beta-agonistas de curta ação (salbutamol, terbutalina), os Beta-agonistas de longa ação (formoterol, salmeterol), os Anti-colinérgicos de curta (ipratrópio) e longa ação (tiotrópio) e a aminofilina/teofilina.
Quando a gravidade aumenta e existem agudizações frequentes da DPOC são usados, em associação aos broncodilatadores, os derivados dos corticoides de forma inalada e que têm efeito tópico, não sendo absorvidos em dose significativa (beclometasona, budesonida, fluticasona). 

              MINHA ESPIROMETRIA 

DIAGNÓSTICO 
O médico faz o diagnóstico baseado nas alterações identificadas no exame físico, aliado às alterações referidas pelo paciente e sua longa exposição ao fumo. O médico poderá, ainda, solicitar exames de imagem ou de função pulmonar, além de exames de sangue. Todos estes exames complementares irão corroborar o diagnóstico de DPOC. Os exames de imagem, como a radiografia ou a tomografia computadorizada do tórax mostrarão alterações características da doença. A espirometria, que é um exame que demonstra como está a função pulmonar, usualmente demonstra a diminuição dos fluxos aéreos. Neste exame, a pessoa puxa o ar fundo e assopra num aparelho que medirá os fluxos e volumes pulmonares. Outro exame importante é a gasometria arterial, em que é retirado sangue de uma artéria do paciente e nele é medida a quantidade de oxigênio. Nas pessoas com DPOC, a oxigenação está freqüentemente diminuída.





FONTE:  GOOGLE E PANFLETOS , LIVROS 
E NO MEU EXAME